{"id":871,"date":"2017-04-21T22:43:28","date_gmt":"2017-04-21T22:43:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.revistauniad.com\/?page_id=871"},"modified":"2017-04-21T22:45:27","modified_gmt":"2017-04-21T22:45:27","slug":"tendencias-da-violencia-entre-parceiros-intimos-no-brasil-dados-de-duas-ondas-da-pesquisa-nacional-de-alcool-e-drogas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/revistauniad.uniad.org.br\/?page_id=871","title":{"rendered":"Tend\u00eancias da viol\u00eancia entre parceiros \u00edntimos no Brasil: Dados do Levantamento Nacional de \u00c1lcool e Drogas (LENAD)"},"content":{"rendered":"<p><strong>Tend\u00eancias da viol\u00eancia entre parceiros \u00edntimos no Brasil: Dados do Levantamento Nacional de \u00c1lcool e Drogas (LENAD) <\/strong><\/p>\n<p>Elizabeth Z. Ally, <sup>1<\/sup> &#8211; Ronaldo Laranjeira,<sup>1<\/sup> &#8211; Maria C. Viana,<sup>1,2<\/sup> &#8211; Ilana Pinsky,<sup>1<\/sup>&#8211; Raul Caetano,<sup>3 <\/sup> &#8211; Sandro Mitsuhiro,<sup>1<\/sup> &#8211; Clarice S. Madruga,<sup>1<\/sup><\/p>\n<p><sup>1<\/sup> Instituto Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia para Pol\u00edticas P\u00fablicas do \u00c1lcool e Outras Drogas (INPAD), Departamento de Psiquiatria, Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (UNIFESP), S\u00e3o Paulo, SP, Brasil.<\/p>\n<p><sup>2<\/sup> Universidade Federal do Esp\u0131&#8217;rito Santo (UFES), Vit\u00f3ria, ES, Brasil.<\/p>\n<p><sup>3 <\/sup>Prevention Research Center, Instituto do Pac\u00edfico para Pesquisa e Avalia\u00e7\u00e3o, Calverton, MD, EUA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>:<\/p>\n<p><strong>Objetivo<\/strong>: Comparar as taxas de preval\u00eancia da viol\u00eancia entre parceiros \u00edntimos (VPI) em 2006 e 2012 em uma amostra de domic\u00edlios nacionalmente representativa no Brasil. As associa\u00e7\u00f5es entre VPI e o uso de subst\u00e2ncias psicoativas tamb\u00e9m foram investigadas.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todo<\/strong>: VPI foi avaliada usando o <em>Conflict Tactic Scale-R<\/em> em duas ondas (2006\/2012) do Levantamento Nacional de \u00c1lcool e Drogas. As taxas de preval\u00eancia ponderada e o modelo de regress\u00e3o log\u00edstica ajustado foram calculados.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong>: As taxas de preval\u00eancia da vitimiza\u00e7\u00e3o na VPI diminu\u00edram significativamente, especialmente entre as mulheres (8,8 para 6,3%). As taxas de Agress\u00e3o na VPI tamb\u00e9m diminu\u00edram significativamente (10,6 para 8,4% para o total da amostra e 9,2 para 6,1% nos homens), bem como os \u00edndices de viol\u00eancia bidirecional (por indiv\u00edduos que atuava simultaneamente como v\u00edtimas e autores da viol\u00eancia) (3,2 para 2,4% para o total da amostra). O uso de bebidas alco\u00f3licas aumentou a probabilidade de ser v\u00edtima (odds ratio [OR] = 1,6) e agressor (OR = 2,4) na VPI. Usar drogas il\u00edcitas aumentou at\u00e9 4,5 vezes a probabilidade de ser um agressor.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es<\/strong>: Apesar da redu\u00e7\u00e3o significativa na maioria dos tipos de VPI entre 2006 e 2012, a viol\u00eancia perpetrada pelas mulheres n\u00e3o foi significativamente reduzida, e as taxas nacionais atuais ainda s\u00e3o altas. Al\u00e9m disso, este estudo sugere que o uso de \u00e1lcool e outras drogas psicoativas desempenha um papel importante na VPI. Iniciativas de preven\u00e7\u00e3o devem levar em considera\u00e7\u00e3o o uso indevido de drogas.<\/p>\n<p><strong>\u00a0Palavras-chave<\/strong>: Viol\u00eancia dom\u00e9stica; viol\u00eancia por parceiro \u00edntimo; epidemiologia; viol\u00eancia; Brasil<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/revistauniad.uniad.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Ally.pdf\" rel=\"\">Acessar o artigo na \u00edntegra aqui<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tend\u00eancias da viol\u00eancia entre parceiros \u00edntimos no Brasil: Dados do Levantamento Nacional de \u00c1lcool e Drogas (LENAD) Elizabeth Z. Ally, 1 &#8211; Ronaldo Laranjeira,1 &#8211; Maria C. Viana,1,2 &#8211; Ilana Pinsky,1&#8211; Raul Caetano,3 &#8211; Sandro Mitsuhiro,1 &#8211; Clarice S. 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